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Para polícia, presos foram mortos antes do incêndio na cadeia de Ibiporã

De acordo com o perito criminal José Denilson, os seis presos mortos na noite desta segunda-feira (17), na cadeia pública de Ibiporã, não morreram em decorrência do fogo em uma das alas. Os corpos seguem no IML de Londrina aguardando identificação para serem liberados.

Denilson detalhou que foram observadas muitas lesões na cabeça das vítimas, possivelmente provocadas por golpes de barras de ferro. “A carbonização foi parcial. A maioria acabou sendo intoxicada pela fumaça”, disse ele.

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De acordo com o delegado de Ibiporã, Vitor Dutra de Oliveira, os crimes ocorreram em decorrência de uma briga entre gangues rivais. Ele disse que a situação poderia ser mais grave, já que uma das galerias foi aberta o que evitou que outros presos não morressem. O fogo que começou em colchões e se alastrou rapidamente.

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