Saúde

Acidentes com animais peçonhentos têm diminuição de 7% no Paraná

O número de acidentes com animais peçonhentos no Paraná em 2019 teve queda de 7% em comparação com o ano anterior. Ao longo dos últimos doze meses, pouco mais de 17 mil casos foram registrados. Já em 2018, os acidentes chegaram a 18.400. Além dos acidentes, 17 pessoas morreram no ano passado em decorrência de picadas de animais peçonhentos ou venenosos.

De acordo com o chefe da Divisão de Vigilância de Zoonoses e Intoxicações (DVZI) da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), o biólogo Emanuel Marques da Silva, a maior ocorrência dos acidentes acontece durante o verão.

Os animais peçonhentos têm capacidade de injetar substâncias tóxicas através de presas. Já os venenosos são aqueles que causam envenenamento passivo por ingestão ou contato, como as lagartas ou taturanas, sapos e peixes, como o baiacu. Isso ocorre como forma de caça ou ainda de defesa em relação a algum predador.

De acordo com a Secretaria de Saúde, entre as 14 mortes registradas no ano passado, seis foram causadas por serpentes, duas por aranhas e outras seis por abelhas.

O biólogo orienta que para evitar complicações após a picada, é preciso procurar atendimento médico imediatamente.

Entre outros cuidados está manter os locais sem lixo ou entulhos, já que atraem insetos e roedores que são alimentos para os peçonhentos. Fechar possíveis acessos para os animais, tapando frestas e buracos no entorno e no interior das residências, colocando telas e protetores nas portas e janelas pode ajudar. Outra dica é quando entrar em uma residência ou local que esteve fechado por muito tempo, fazer uma varredura e limpeza, observando atentamente e com atenção os cantos e móveis para evitar aranhas, tirar teias e eventualmente encontrar outros animais.

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